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Série Pinceladas Paulinas - 4

Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

FORTALECIMENTO DIFUSADOR

Os dois itens analisados anteriormente, união transformadora e testemunho perplexador são causas diretas deste terceito ponto: o fortalecimento difusador.

Difusão é o oposto de fusão, obviamente, enquanto a fusão é o ato de fundir, a difusão é o ato de difundir. Na fusão existe a associação e na difusão a propagação. É exatamente esse sentido que quero destacar e chamar a sua atenção.

Fortalecer algo é torná-lo mais robusto, mais resistente fisicamente. No âmbito intelectual seria a profundidade no conhecimento do assunto em pauta. Emocionalmente, é difícil dizer quando alguém é forte emocionalmente, mas o próprio Paulo deu uma dica em Romanos 12.9-15, “... alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram”. Tem coisa pior do que ficar lutando contra os sentimentos? Ser forte emocionalmente, é ser sensível aos próprios sentimentos e não controlados por eles.

A seqüência não poderia ser diferente, Paulo uniu-se com Cristo, passou a testemunhar e agora precisava de fortalecimento. Não do tipo que nós pensamos que seja, mais forte, mais inteligente, mais bonito, mais rico, etc. e sim, um fortalecimento de Deus com o propósito da propagação do Evangelho.

Paulo poderia ser eloqüente, ter uma ótima postura, dominar todas as técnicas da oratória e persuasão, enfim, sem o fortalecimento do Espírito, seria em vão.

* “Pois está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos inteligentes”. Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem por meio da loucura da pregação”. 1Co. 19-21

Talvez, você até pense que Deus se preocupou apenas com a pregação, mas não é isso que estou dizendo, entenda que fortalecimento difusador, tem dois lados, o fortalecimento é o lado de Paulo e a difusão o da pregação. Clareou a sua mente?

Então, comprove o que estou dizendo abrindo a sua Bíblia no capítulo 9 de Atos, a conversão, avance até o capítulo 13 e lei-a o primeiro sermão impresso de Paulo a partir do verso 16, um sermão de alguém fortalecido com uma difusão (propagação) tremenda.

Há um período de tempo entre esses capítulos e Paulo quase não é citado, mas sabemos que estava em Tarso, onde ficou por alguns anos, estudando e pregando, pregando e estudando. Até o momento em que foi reconhecido pela igreja da época como Apóstolo e enviado para a sua primeira viagem missionária.

Na vida de Paulo visivelmente comprovamos o que está escrito em João 1.16

* “Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça”.

Série Pinceladas Paulinas - 3

Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

TESTEMUNHO PERPLEXADOR

O apóstolo Paulo, quando ainda era conhecido como Saulo, era um fariseu fanático e zeloso que rejeitava o Evangelho de Cristo por pelo menos 5 razões:

  1. O cristianismo volta-se para as coisas da outra vida e da transformação do crente segundo a imagem de Jesus, o judaísmo prega promessas terrenas;
  2. Inspirava aos gentios, pretensões e ambições jamais ouvidas;
  3. Um Messias que fora crucificado e ressuscitado;
  4. Algumas exigências da Lei antiga (circuncisão e sacrifícios no templo por exemplo), estavam sendo revogados;
  5. O Messias é Senhor de todos, e em breve retornaria e estabeleceria o longamente esperado Reino de Deus, e que a nação judaica, como um todo, corria o perigo de perder a participação nesse reino.

Quem diria!

Aquele que era contra tudo isso transformou-se no maior propagador dessas idéias. Em Atos 9.20-22, notamos a segunda característica da conversão de Paulo: o testemunho perplexador.

Perplexo: indeciso, irresoluto, duvidoso.

Ou seja, ele estava causando duvidas sobre o seu próprio conceito diante dos judeus, povo a que também fazia parte desde pequenino.

Um testemunho autêntico não é julgado somente pelas verdades que são ditas, e sim, intimamente ligado a quem está dizendo. Você já viu que testemunhos de pessoas de mau caráter são, em maioria, descredenciados nos tribunais, ainda que tenham lógica. Resumindo, um testemunho autêntico é o que você diz comparado com quem você é. E era isso que causava perplexidão aos ouvintes de Paulo. A maioria lembrava dele como perseguidor e de repente ele vira pregador, isso é de duvidar, certo?

Certíssimo, e por isso Barnabé o adota como seu protegido. Pois o povo já estava planejando matar Paulo, era inadmissível, alguém tão zeloso mudar de fé assim tão rápido. Para Deus não é, meus queridos.

No começo ficaram perplexos com sua mudança de perseguidor a pregador e depois, de pregador a perseguido.

Hoje, fico perplexo ao ler suas cartas e estudar a sua carreira missionária e perceber o que Deus pode fazer com um coração arrependido.

Série Pinceladas Paulinas - Parte 2

Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

UNIÃO TRANSFORMADORA

É bem verdade que as notícias que correm nas veias televisivas sobre os “crentes”, não são muito animadoras, e com isso, inúmeras pessoas se apegam ao argumento do escândalo para justificarem o seu afastamento de Deus.

Se eu pudesse acabar com os escândalos, começaria por Brasília. Está ao meu alcance o entendimento que minha união com Cristo, tem um propósito transformador em minha vida e também impactante nas pessoas que me rodeiam.

Saulo, o nome de Paulo antes de ser apóstolo, devastava a igreja evangélica de seu tempo. Ia de casa em casa, arrastava homens e mulheres para a prisão, pelo simples fato de serem cristãos. Fico imaginando o que esse Saulo faria hoje em dia... deixa pra lá.

Esse mesmo homem intolerante teve um encontro com Jesus no caminho para a cidade de Damasco (At. 9), encontro esse que mudou (metanóia) sua vida para sempre. Mas, ainda assim ele teve que se unir com outros crentes.

Estar junto de pessoas que tem mais vivência prática do conhecimento teórico, tem um propósito motivador e estimulante para qualquer um que se diz crente. Com Paulo não foi diferente. Logo, logo, ele estava pregando. Era um dom, claramente, porém, Paulo aprendeu a desenvolver esse dom junto de outros de sua mesma fé, principalmente Barnabé e depois Silas.

Foi Barnabé, o primeiro a testificar a conversão de Paulo diante de Pedro e outros apóstolos. Barnabé acreditou na mudança, porque ele mesmo também estava sendo transformado.

Paulo aprendeu cedo a lição e passou adiante com Tércio, Timóteo, Tito, Priscila, Áquila, Tíquico, Arquipo, Aristarco, Marcos, Trófimo, Êubulo, Prudente, Lino, Cláudia, Lucas, Artemas, Epafras, Onésimo e tantos outros.

Eu pergunto: que nomes constam em sua lista? O seu nome se encontra na lista de alguém?

Talvez você prefira continuar com o argumento do escândalo ou como Paulo, encontrado por Cristo, ser um transformador pelo amor e pela graça de Deus.

Série: Pinceladas Paulinas

Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008

METANÓIA PURA

Algum tempo atrás eu postei a biografia de Paulo de Tarso, o apóstolo, seguidor de Cristo e maior escritor da Bíblia. Dessa vez, vou analisar a sua conversão.

O livro de Atos, é sem dúvida, o mais emocionante da Bíblia depois dos Evangelhos, por narrar às origens da Igreja Cristã, diga-se de passagem, essa não era nem católica e nem protestante, de fato, era uma comunidade de simples viventes dos ensinos de Cristo, nada mais que isso.

Só os convertidos pelo Evangelho faziam parte dessa comunidade, e o método de inclusão e comprovação, que não era levantando a mão e repetindo uma oração, e sim, participação através de uma mudança [metanóia] de vida, comprovada pela profissão de fé, vivência de hábitos e costumes cristãos da época: “dedicação ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Cheios de temor. Maravilhas e sinais por meio dos apóstolos. União comunitária e divisão de bens. Reunião congregacional. Adoração diária a Deus. Simpatia do povo. O Senhor acrescentava diariamente os que iam sendo salvos”. (Atos 2.42-47; 4.32-37; 5.12-16) Só daquela época?

Já ouvi que essa forma de viver era um avivamento temporal necessário e que hoje, em nossos dias, já não faz tanto sentido. Se for realmente assim, implica dizer, que faço parte de uma comunidade que se diz cristã, porém, não experimenta nem um pouco de avivamento do Espírito Santo de Deus e que vive por sua própria percepção do que é ser cristão. Consequentemente, centenas ou milhares de “convertidos”, daqueles que levantam a mão e repetem uma oração, mas que não praticam nada ou quase nada do que é ser cristão biblicamente falando. A profissão de fé é válida para Deus e para a salvação. Mas o viver “metanoiamente” é fator glorificador, o que veremos na vida de Paulo.

Aqueles “convertidos”, nem sentem falta do avivamento, afinal, ele não é mais necessário não é mesmo? “Nossas” igrejas pretendem ser um reflexo do ministério de Jesus? Então, onde está o avivamento?

Se tem uma coisa que podemos aprender na conversão de Paulo, era que ele V-I-V-I-A, com todas as letras e conseqüências a ação do Espírito de Deus em sua vida, logo em seguida vinha a sua dedicação. Assim, colocando minhas atitudes de convertido (sem aspas) em xeque, no continuar desta série, vou considerar a conversão do Apóstolo Paulo nos seguintes itens:

1. União comunitária com propósito transformador;

2. Testemunho perplexador;

3. Fortalecimento difusador;

4. Difusão formadora de discípulos.

Isso é guerra...

Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

"E CONHECEU Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz a Caim, e disse: Alcancei do SENHOR um homem. E deu à luz mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante. E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar. E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou. E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão? E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra". Genesis 4.1-10
Quero te fazer pensar, como sempre. A razão pela qual o sacrifício de Caim não foi aceito é que ele pensou que Deus não vê as intenções. Pensou que uma bandeija com belas frutas, legumes e verduras seriam suficientes. Enquanto que seu irmão, pastor de ovelhas, trouxe o melhor carneiro e ofereceu as melhores partes. Não quero gerar um debate teológico, e sim, entrar no assunto da semana, guerras.

Um assassinato não pode ser considerado uma guerra, mas quantas guerras não começaram com um fato assim? Inveja, rancor, ira, mentiras, morte.

A síndrome de Caim continua espalhando-se em nossos dias. Parece que a "marca" está passando de geração em geração, e ninguém será capaz de por um fim. Aliás, todos nós pensamos no fim em meio a uma grande guerra, Armagedon, não é mesmo?

Nós brasileiros não somos um povo acostumado a lutar e por isso vemos as guerras de uma ótica romanceada e heróinizada[essa palavra existe?]. Bem, sinceramente sou grato a Deus por isso, estive no exército e os exercícios nunca são como na vida real, onde seus amigos morrem "de verdade".

Parece que estamos numa localização altamente privilegiada, geograficamente, e as poucas guerras que houveram em solo brasileiro, nem se comparam com as européias, orientais, árabes e até mesmo a guerra civil americana.

Nunca vimos centenas de famílias recebendo uma carta de condolências do general, com a bandeira brasileira. Nunca vimos uma cidade brasileira destruída por bombas. Nunca vimos milhares de feridos sem atendimento médico[não estou falando do SUS]. Nunca vimos milhares de crianças sem o pai, morto em combate. Nunca vimos centenas de viúvas. Nunca vimos invasores sanguinários destruindo tudo e matando todos por onde passam. Nunca vimos um exército altamente armado, invadir nossa nação, interessado em nossas riquezas[Portugal, já perdoamos]. Nunca vimos 6 milhões de brasileiros em qualquer tipo de Holocausto. Isso é uma guerra...

ATENÇÃO: Hoje é o último dia para Declaração de Isenção do Imposto de Renda!

Uma guerra gera heróis?

Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

Queria começar respondendo ao comentário do Rap, a Cruzada das Crianças, em 1212, foi muito romanceada e segundo historiadores, existe a dúvida se realmente haviam crianças, por isso foi confundida com a Cruzada dos Francos(Mendigos). Pela net tem muitos artigos.

Agora vamos a pergunta: Uma guerra gera heróis?

Sem entrar nos conceitos dicionarianos, a meu ver, herói, é uma pessoa quase super, que é capaz de realizar feitos excepcionais, que diga o seriado Heroes.

Nós temos um apego e admiração por pessoas assim. Normalmente elas são "o que eu sempre sonhei em ser, mas nunca consegui". Shakespeare dizia que "heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências".

Pensando nesse conceito poderíamos perguntar: os heróis das guerras assumiram as consequências das mesmas? Não teriam eles recebido medalhas e honras? Em uma guerra onde milhares morrem pode existir heróis? Ainda que seja em defesa da honra ou injustiça, uma guerra gera heróis?

Que encruzilhada esse argumento, mas não vou responder. A pergunta está feita e aguardo sua opinião com apreço.

[Ganhei o meu primeiro selinho da Tita, estou todo cheio, serei eu um herói? Tenho que indicar alguém, então lá vai: Allen, Catarina, Melina e Bless]

Guerra da Barba, do Balde, da Esposa Sumida, do Cachorro Fujão e do Futebol

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Eu disse ontem que teriam guerras com motivos banais, é triste que as consequências nunca são banais.

Guerra da Barba

(França x Inglaterra)

Duração: 1152 a 1453

O barbado rei Luís VII casou-se com Eleanor, filha de um duque francês, e recebeu duas províncias no Sul do país como dote. Ao voltar das Cruzadas, o rei Luís raspou a barba. Eleanor não gostou, mas ele se recusou a deixar a barba crescer novamente. Eleanor se divorciou e casou-se com o rei Henrique II, da Inglaterra, exigindo a devolução das duas províncias. Luís não quis entregá-las e a guerra começou.

Guerra do Balde

(Itália)

Duração: 1325 a 1337

Uma tropa de soldados de Modena invadiu Bolonha para roubar um balde de carvalho. Durante o ataque, muitas pessoas morreram. Bolonha mobilizou-se para recuperar o balde. Depois de doze anos, Modena ganhou a guerra e ficou com ele.

Guerra da Esposa Sumida

(Inglaterra x Nação Zulu)

Duração: 1879

Umhlana, mulher do chefe zulu, decidiu abandoná-lo e foi se esconder em território dominando pelos ingleses. Tropas zulus cruzaram a fronteira e fuzilaram a fugitiva. A Inglaterra declarou guerra por causa da violação da fronteira.

Guerra do Cachorro Fujão

(Grécia x Bulgária)

Duração: 1925

O cachorro de um soldado grego saiu correndo e atravessou a fronteira, entrando em território búlgaro. O soldado foi atrás de seu cão, só que um sentinela búlgaro o matou. Tropas gregas invadiram a Bulgária, mataram e feriram 48 búlgaros.

Guerra do Futebol

(El Salvador x Honduras)

Duração: 1969

A tensão causada por uma partida de futebol entre as duas seleções ultrapassou as fronteiras do gramado e da arquibancada. Imigrantes salvadorenhos foram expulsos de Honduras e os países entraram em guerra. De 14 a 30 de julho, cerca de 2 mil pessoas foram mortas. A Organização dos Estados Americanos (OEA) teve que intervir para resolver a questão.

A Cruzada dos Mendigos

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Depois de uma semana postando sobre homens e mulheres, uma mudança brusca: Guerras.

Isso mesmo, vem por aí uma semana de postagens sobre guerras. Com nexo e sem nexo. Razão e sem razão. Banais e necessárias, será mesmo? Algumas longas e outras bem curtas. Em suma, muito sangue de muita gente derramado por poucos e poucas razões, ou mesmo nenhuma.

Queria começar com A Cruzada dos Mendigos, ou Cruzada Popular[1096].

Ela antecedeu a Primeira Cruzada e não tinha nada a ver com os interesses do papa.

O monge Pedro, o Eremita, graças a suas pregações comoventes, conseguiu reunir uma multidão. Entre os guerreiros, havia uma multidão de soldados, mulheres, velhos e crianças. Auxiliado por um Cavaleiro, Gautier Sans Avoir (Galtério Sem Bens), os peregrinos atravessaram a Alemanha, Hungria e Bulgária, causando desordens, desacatos e saques, sendo em parte aniquilados pelos búlgaros. Ainda no caminho, seus seguidores tinham criado tumultos, massacrando comunidades judaicas em cidades como Trier e Colônia, na atual Alemanha.

Consegiram chegar a Constantinopla, aos trancos e barrancos, e no caminho mataram muitos Judeus. Lá, foram recebidos pelo imperador, que diplomaticamente começou a dar conselhos, mas a turba começou a fazer arruaça. O imperador conseguiu fazer com que saíssem da cidade para atacar os muçulmanos, chamados "infiéis" em Nicéia.

Por lá ficaram um mês fazendo baderna do lado de fora da cidade. Até que resolveram atacar diretamente. Caíram em uma embosacada e foram massacrados. Tão loucos que eram, nem usavam proteções contra as flechas e foram quase totalmente exterminados por elas.

A Cruzada dos Mendigos, portanto, foi um desastre pois chegou muito enfraquecida à Ásia Menor, onde foi foi arrasada pelos turcos. Somente um reduzido grupo de integrantes conseguiu juntar-se à cruzada dos cavaleiros.

O sultão de Nicéia, que havia ouvido histórias temíveis sobre os francos, respirou aliviado. Mal imaginava ele que aquela era apenas a primeira invasão e que cavaleiros bem mais preparados ainda estavam por vir.

fonte: wikipedia.org